Caderno de Notícias
Nóticias mais marcantes do dia...atualizada..só pra você...Aqui nesse caderno Você fica ligado com as notícias do mundo todo...onde todos os dias..serão renovadas...Discutiremos os acontecimentos mais marcantes nesse dia...
- E.U.A:
Huckabee e Obama vencem 1ª prévia presidencial nos EUA
O republicano Mike Huckabee, um pastor batista que já foi governador do estado de Arkansas, e o democrata Barack Obama, senador por Illinois, largaram na frente na corrida presidencial dos Estados Unidos. Eles ganharam as prévias de seus partidos no estado de Iowa.
Com os resultados finais ainda sendo contabilizados, analistas apontavam durante a madrugada um dado curioso: Obama venceu a senadora Hillary Clinton, ex-primeira-dama dos Estados Unidos, até entre as mulheres -com uma diferença de cerca de 5 pontos percentuais.
Outro detalhe curioso é que a vitória inicial de Obama se dá num estado (Iowa) predominantemente branco. O pré-candidato deseja ser o primeiro negro na Presidência dos Estados Unidos.
Com os resultados finais ainda sendo contabilizados, analistas apontavam durante a madrugada um dado curioso: Obama venceu a senadora Hillary Clinton, ex-primeira-dama dos Estados Unidos, até entre as mulheres -com uma diferença de cerca de 5 pontos percentuais.
Outro detalhe curioso é que a vitória inicial de Obama se dá num estado (Iowa) predominantemente branco. O pré-candidato deseja ser o primeiro negro na Presidência dos Estados Unidos.
No lado democrata, Obama ganhou com 38% dos votos - contra 30% de John Edwards seguido por 29% de Hillary Clinton.
Entre os republicanos, a vantagem do pré-candidato Mike Huckabee na prévia de Iowa era tamanha durante a madrugada que até seus adversários admitiram sua vitória. Ele ficou com 34% das preferências. Mitt Romney ficará em segundo lugar entre os republicanos neste estado com 25% de votos.
Entre os republicanos, a vantagem do pré-candidato Mike Huckabee na prévia de Iowa era tamanha durante a madrugada que até seus adversários admitiram sua vitória. Ele ficou com 34% das preferências. Mitt Romney ficará em segundo lugar entre os republicanos neste estado com 25% de votos.
- Europa:
França cria curso para conscientizar fumantes de maconha
Diante do crescimento contínuo de fumantes de cannabis na França, 1,2 milhão habituais e 4 milhões ocasionais, segundo cifras oficiais, a Justiça criou um novo tipo de punição: o cursinho de sensibilização para amantes da maconha.
Segundo informou nesta quinta-feira o jornal Le Monde, a partir de 1 de janeiro, os juizes poderão impor como pena para quem tenha sido encontrado com maconha para uso pessoal a participação em um curso de conscientização, pelo qual terão que pagar 450 euros.
Etienne Apaire, presidente do Comitê Interministerial para a Luta Contra a Droga, afirmou que "se trata se unir a punição com a informação, para influir sobre o consumidor que esteja apenas iniciando o hábito", já que "no momento atual temos uma despenalização do ato". No ano passado a polícia deteve menos de 90 mil usuários, uma porcentagem ínfima do total.
O curso englobará sessões de informações sobre o impacto da maconha na saúde do consumidor, a dimensão social do narcotráfico (violência, crime organizado) e o caráter ilegal desta atividade.
As associações que trabalham com a dependência de drogas, no entanto, acolheram a nova medida com certo ceticismo. Por um lado, apontam que compromete os princípios de gratuidade e anonimato (considerados essenciais por alguns especialistas), e por outro, acabaria sendo aplicada apenas às classes mais baixas, que costumam se arriscar mais fumando em locais públicos.
Segundo informou nesta quinta-feira o jornal Le Monde, a partir de 1 de janeiro, os juizes poderão impor como pena para quem tenha sido encontrado com maconha para uso pessoal a participação em um curso de conscientização, pelo qual terão que pagar 450 euros.
Etienne Apaire, presidente do Comitê Interministerial para a Luta Contra a Droga, afirmou que "se trata se unir a punição com a informação, para influir sobre o consumidor que esteja apenas iniciando o hábito", já que "no momento atual temos uma despenalização do ato". No ano passado a polícia deteve menos de 90 mil usuários, uma porcentagem ínfima do total.
O curso englobará sessões de informações sobre o impacto da maconha na saúde do consumidor, a dimensão social do narcotráfico (violência, crime organizado) e o caráter ilegal desta atividade.
As associações que trabalham com a dependência de drogas, no entanto, acolheram a nova medida com certo ceticismo. Por um lado, apontam que compromete os princípios de gratuidade e anonimato (considerados essenciais por alguns especialistas), e por outro, acabaria sendo aplicada apenas às classes mais baixas, que costumam se arriscar mais fumando em locais públicos.
- Oriente Médio:
EUA vêem estagnação em democracia no Oriente Médio
O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Stephen Hadley, reconheceu hoje que existe uma estagnação no processo de desenvolvimento da democracia no Oriente Médio, às vésperas da viagem do presidente George W. Bush à região.
Bush fez da promoção da democracia no Oriente Médio um dos temas principais de seu mandato. Hadley citou em entrevista coletiva alguns avanços, em termos de eleições e direitos da mulher, registrados em 2005 e no início de 2006, mas afirmou que o "ritmo dos progressos não prosseguiu da forma como esperávamos".
O assessor atribuiu isso não a um problema com a estratégia americana, e sim aos efeitos da vitória do grupo militante Hamas nas eleições palestinas de 2006.
Hadley explicou que, com sua visita a Israel e Cisjordânia, Bush pretende dar novo impulso às negociações de paz, relançadas na conferência da cidade americana de Annapolis em novembro último.
Bush chegará a Tel Aviv em 9 de janeiro e se reunirá nesse mesmo dia e no seguinte com o presidente israelense, Ehud Olmert, e em Ramala com seu homólogo palestino, Mahmoud Abbas.
No entanto, não está previsto um encontro conjunto, "por enquanto", segundo Hadley, que disse que nos encontros Bush abordará a suspensão da construção nos assentamentos israelenses, como estabelece o "Mapa do Caminho", o plano internacional traçado para que as partes envolvidas avancem rumo a um acordo de paz.
Será a primeira vez em sua presidência que Bush visitará Israel, onde esteve quando era governador do Texas. Em comparação, seu antecessor, Bill Clinton, pisou quatro vezes no país ao longo de seus dois mandatos (1993-2001).
Durante a segunda parte de sua viagem, Bush visitará países do Golfo Pérsico (Kuwait, Barein, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita) e Egito.
A essas nações o presidente americano pedirá que apóiem diplomática e financeiramente o governo de Abbas, assim como o governo iraquiano e o liderado por Fouad Siniora no Líbano, segundo Hadley.
O Irã também será um tema de destaque na viagem. "Há muita preocupação na região sobre o Irã, nem toda ela expressada de forma pública", completou o assessor.
Bush abordará o "desafio" que representa para as nações vizinhas a política do governo iraniano, a quem os EUA acusam de querer fabricar armas nucleares.
O líder americano estará no Kuwait em 11 de janeiro e no dia seguinte visitará a base militar americana de Camp Arifjan, no mesmo país, onde Bush se reunirá com o embaixador dos EUA em Bagdá, Ryan Crocker, e com o chefe de suas forças no Iraque, o general David Petraeus.
Bush fez da promoção da democracia no Oriente Médio um dos temas principais de seu mandato. Hadley citou em entrevista coletiva alguns avanços, em termos de eleições e direitos da mulher, registrados em 2005 e no início de 2006, mas afirmou que o "ritmo dos progressos não prosseguiu da forma como esperávamos".
O assessor atribuiu isso não a um problema com a estratégia americana, e sim aos efeitos da vitória do grupo militante Hamas nas eleições palestinas de 2006.
Hadley explicou que, com sua visita a Israel e Cisjordânia, Bush pretende dar novo impulso às negociações de paz, relançadas na conferência da cidade americana de Annapolis em novembro último.
Bush chegará a Tel Aviv em 9 de janeiro e se reunirá nesse mesmo dia e no seguinte com o presidente israelense, Ehud Olmert, e em Ramala com seu homólogo palestino, Mahmoud Abbas.
No entanto, não está previsto um encontro conjunto, "por enquanto", segundo Hadley, que disse que nos encontros Bush abordará a suspensão da construção nos assentamentos israelenses, como estabelece o "Mapa do Caminho", o plano internacional traçado para que as partes envolvidas avancem rumo a um acordo de paz.
Será a primeira vez em sua presidência que Bush visitará Israel, onde esteve quando era governador do Texas. Em comparação, seu antecessor, Bill Clinton, pisou quatro vezes no país ao longo de seus dois mandatos (1993-2001).
Durante a segunda parte de sua viagem, Bush visitará países do Golfo Pérsico (Kuwait, Barein, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita) e Egito.
A essas nações o presidente americano pedirá que apóiem diplomática e financeiramente o governo de Abbas, assim como o governo iraquiano e o liderado por Fouad Siniora no Líbano, segundo Hadley.
O Irã também será um tema de destaque na viagem. "Há muita preocupação na região sobre o Irã, nem toda ela expressada de forma pública", completou o assessor.
Bush abordará o "desafio" que representa para as nações vizinhas a política do governo iraniano, a quem os EUA acusam de querer fabricar armas nucleares.
O líder americano estará no Kuwait em 11 de janeiro e no dia seguinte visitará a base militar americana de Camp Arifjan, no mesmo país, onde Bush se reunirá com o embaixador dos EUA em Bagdá, Ryan Crocker, e com o chefe de suas forças no Iraque, o general David Petraeus.
- América Latina:
Chile: Senado participa de campanha para encontrar nazistas
O senado chileno irá aderir à campanha internacional "Operação Última Oportunidade", promovida pelo Centro de Estudos Simon Wiesenthal que, entre outros objetivos, pretende encontrar criminosos nazistas fugidos da justiça no Chile e na América Latina. As informações são da agência Ansa.
"A Câmara alta faz um chamado aos chilenos para que entreguem as informações que possuam e permitam a captura dos criminosos nazistas se estes ainda estiverem em nosso país", pediram os parlamentares.
Em primeira instância, o acordo contemplava uma desculpa ao governo de Israel por ter negado, em 1963, a extradição do ex-oficial nazista Walter Rauff, que viveu no Chile e foi um dos criadores do sistema de extermínio de pessoas com caminhões de gás, acusado da morte de 500 mil pessoas em Auschwitz.
No entanto, a Comissão dos Direitos Humanos recomendou que a referência seja eliminada. A proposta foi aceita, mas os senadores reconheceram que não é possível negar que Santiago tem uma "dívida moral" com os que sofreram o Holocausto.
Os parlamentares recordaram também que diversas informações apontaram que outros altos cargos e criminosos nazistas estiveram e podem estar até hoje refugiados no Chile.Finalmente, advertiram que o Chile, "como povo comprometido com a causa dos Direitos Humanos, não pode ficar à margem desta campanha".
"A Câmara alta faz um chamado aos chilenos para que entreguem as informações que possuam e permitam a captura dos criminosos nazistas se estes ainda estiverem em nosso país", pediram os parlamentares.
Em primeira instância, o acordo contemplava uma desculpa ao governo de Israel por ter negado, em 1963, a extradição do ex-oficial nazista Walter Rauff, que viveu no Chile e foi um dos criadores do sistema de extermínio de pessoas com caminhões de gás, acusado da morte de 500 mil pessoas em Auschwitz.
No entanto, a Comissão dos Direitos Humanos recomendou que a referência seja eliminada. A proposta foi aceita, mas os senadores reconheceram que não é possível negar que Santiago tem uma "dívida moral" com os que sofreram o Holocausto.
Os parlamentares recordaram também que diversas informações apontaram que outros altos cargos e criminosos nazistas estiveram e podem estar até hoje refugiados no Chile.Finalmente, advertiram que o Chile, "como povo comprometido com a causa dos Direitos Humanos, não pode ficar à margem desta campanha".


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